Chapa de Garcia vê Moro, Meirelles, Anibal e Vinholi como opções para Senado

Chapa de Garcia vê Moro, Meirelles, Anibal e Vinholi como opções para Senado

Camila Turtelli, Matheus Lara e Gustavo Côrtes

11 de abril de 2022 | 05h00

Após José Luiz Datena (PSC) pular do barco do time de João Doria e Rodrigo Garcia, a movimentação envolvendo PSDB e União Brasil pela disputa do Senado por São Paulo cresceu. Pelo menos quatro nomes são vistos como opção, dois de cada lado. No União Brasil, além de Sérgio Moro, ainda longe de um acordo que agrade a todos em sua sigla, também tem sido ventilada a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, que até transferiu seu domicílio eleitoral de Goiás para São Paulo. Do lado tucano, o ex-presidente do partido, José Anibal, já tem dito a aliados que se colocará na disputa em convenção. O dirigente estadual Marco Vinholi também pode entrar na briga.

Foto: Reprodução/TV Bandeirantes

DE OLHO. O pré-candidato a governador Rodrigo Garcia (PSDB) monitora de perto as definições do União Brasil sobre Moro. A aliados, tem dito preferir que o candidato ao Senado venha de lá. Este já era o plano, com Datena.

ENQUANTO ISSO. Senador em fim de mandato e em pré-campanha a deputado federal, José Serra (PSDB) intensificou agenda política e tem fechado uma série de “dobradinhas” com futuros candidatos a deputados estaduais. 

ALÉM DO QUE É. O deputado federal Rubens Pereira Junior (PT-MA) apresentou um projeto de lei para tentar permitir que organizações da sociedade civil possam compor as federações partidárias, novidade das eleições 2022. “Essas entidades privadas têm garantido participação popular em diferentes áreas e se assemelham a partidos”, argumenta. 

SAIA JUSTA. Exigência de Jaques Wagner, que representava Lula na Brazil Conference, logo ao chegar no local do evento: não queria cruzar com Sergio Moro hora nenhuma. 

OH, GOD! Foi um corre-corre dos seguranças americanos para isolar duas salas, uma para cada um.

FRUSTRAÇÃO. A sala de imprensa foi toda preparada para uma entrevista do bilionário Paulo Lemann, da Ambev, para alunos responsáveis pela Brazil Conference. Como sempre, ele disse não.

TENTÁCULOS. Enquanto vê Jair Bolsonaro se aproximar nas pesquisas de intenção de voto, Lula (PT) tem se obrigado a atuar em frentes diversas, do contato com a militância raiz às alianças e aproximações com possíveis aliados.

MARATONA.O ex-presidente firmou a aliança firmada com o PSB, fez acenos frequentes à base e pôs seu time para se aproximar do setor produtivo. De quebra, ainda arranjou tempo para marcar casamento com a noiva, Janja.

SINAIS PARTICULARES (por Kleber Sales). Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente.

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