Bradesco diz que “reitera convicção de que nenhuma ilegalidade foi praticada”

Presidente do banco se tornou réu em processo que trata de compra de decisões no Carf

Fábio Fabrini e Andreza Matais

28 de julho de 2016 | 13h38

O Bradesco se manifestou sobre a decisão da Justiça Federal de Brasília que aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra o presidente da instituição financeira, Luiz Carlos Trabuco, dois diretores e um executivo ligado ao banco. Eles são acusados de suposto envolvimento com esquema de compra de decisões no Carf, uma espécie de tribunal da Receita Federal para grandes contribuintes.

Diz a nota:

“O Bradesco reitera sua convicção de que nenhuma ilegalidade foi praticada por seus representantes e, em respeito ao rito processual, apresentará oportunamente seus argumentos ao Poder Judiciário.”

Na decisão, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, determina que os envolvidos sejam citados para apresentarem defesa às acusações num prazo de vinte dias. “Nesse juízo preliminar, não vislumbro qualquer elemento probatório cabal capaz de infirmar a acusação, sem prejuízo da análise particularizada com a eventual contraprova”, escreveu ele.

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