Alckmin põe aliado para gerir contrato de R$ 2,7 bi

Alckmin põe aliado para gerir contrato de R$ 2,7 bi

.

Luiza Pollo

05 Março 2017 | 05h00

Foto: Wilson Pedrosa/Estadão

Foto: Wilson Pedrosa/Estadão

Alegando falta de dinheiro, o governo de Geraldo Alckmin (PSDB-SP) limitou os pagamentos para o grupo responsável pela PPP da rodovia dos Tamoios. A medida atinge uma das obras prioritárias do presidenciável orçada em R$ 2,7 bilhões. A decisão, que afeta a Queiroz Galvão, dona do consórcio e alvo da Operação Lava Jato, será mantida “até que seja normalizada a situação fiscal do Estado”. No mesmo despacho, a gestão do contrato bilionário foi transferida da Secretaria de Transportes para a de Governo, de Saulo de Castro, nome sempre cotado no PSDB para disputar o governo de SP.

O governo de SP afirma que “em razão do cenário econômico, não obteve financiamentos”. E diz que o novo cronograma de desembolso não altera a previsão de entrega da obra, mantida para 2020.

Sobre a troca na gestão do contrato, a assessoria diz que a “alteração foi feita por uma questão de organização interna”, pois “a agência que fiscaliza as concessões está sob o guarda-chuva da Secretaria de Governo”.

Siga a Coluna do Estadão:
Twitter: @colunadoestadao
Facebook: facebook.com/colunadoestadao

Mais conteúdo sobre:

Geraldo Alckmin