Conselheiro do Carf preso em flagrante pediu R$ 1,5 milhão de propina a Itaú

Conselheiro do Carf preso em flagrante pediu R$ 1,5 milhão de propina a Itaú

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Fabio Fabrini e Andreza Matais

07 de julho de 2016 | 11h02

Atualizada às 16H52 

Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Foto: Daniel Teixeira/Estadão

O conselheiro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) preso por achaque na noite desta quarta-feira em um shopping de Brasilia é o advogado tributarista João Carlos Figueiredo Neto. Ele é representante dos contribuintes na 2ª Turma Ordinária da 1ª Seção do Julgamento do “Tribunal da Receita”.

O advogado foi detido quando supostamente negociava vantagem para favorecer o Itaú em processo de fusão com o Unibanco. O próprio banco alega ter procurado as autoridades e feito a denúncia.

A prisão ocorreu no shopping Iguatemi de Brasília, no  Café Suplicy, às 20h30. Ele pediu R$ 1,5 milhão de propina.  Vinha sendo monitorado há cerca de 1 mês. 

 

 

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