E não é que a ‘cervejinha’ rendeu?

Gilberto Amendola

05 de setembro de 2012 | 18h01

No último post, revelei que alguns eleitores sugeriram vender o voto em troca de uma cervejinha e de outras benesses.

O texto caiu nas redes sociais e despertou uma série de reações dignas de nota.

Eu quero acreditar (juro que quero!) que parte das mensagens que você vai ler a seguir se deve ao bom humor e à ironia dos internautas.

Ou será que existe tanta gente assim disposta a vender o próprio voto? Medo.

PS: o endereço de Twitter dos autores será preservado.

A turma que trocaria o voto por uma cerveja  ou fez piada com o fato:

– Opa, onde tá rolando a troca?

– Aonde são os postos de troca?

– Tô negociando o meu.

– Quem nunca?

– Troco meu voto por cervejas, grata!

– Começando a me interessar por política.

– Com certeza vendo o meu voto também.

– Vendo o meu por uma caixa (de cerveja)

– Estou à espera de propostas.

– Vendo meu voto por um Halls, quanto mais por uma cerveja.

– Não vejo problema. Hahahahah.

– Com certeza vou vender meu voto.

Alguns internautas afirmaram conhecer casos parecidos com o vivido pelo candidato acidental:

– Sei até onde isso acontece.

– Eu já vi isso pessoalmente.

– Quem coloca adesivo no vidro de trás, R$ 50.

– Sei de coisa bem pior…

Outros mostraram revolta e ponderaram sobre o assunto:

– Depois reclama que político não presta.

– A qualidade do eleitor dita a qualidade do eleito.

– É o retrato da sociedade brasileira.

– Um não tem vergonha X Eleitor não tem pudor.

E você, trocaria seu voto por uma cerveja?

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