Unimed Paulistana e Fesp questionam a queixa de demora

Marcelo Moreira

20 de dezembro de 2011 | 16h13

Saulo Luz

Sobre o caso do engenheiro André Luiz de Campos Pinheiro, a Unimed Paulistana diz que alguns procedimentos necessitam de autorização prévia, onde é realizada uma análise técnica e médica. “Quando as informações recebidas não são suficientes para análise, a empresa solicita informações adicionais (laudos, relatórios médicos, etc) aos profissionais envolvidos. Até que as mesmas nos sejam enviadas, não é possível finalizar o caso”, diz a empresa.

O contrato de assistência médica é firmado junto à Unimed Federação do Estado de São Paulo (Fesp), e a Unimed Paulistana informa que” atua como agente de prestação de serviços médicos – algumas solicitações devem ser enviadas à Fesp para análise e autorização, o que gera um prazo maior para retorno”.

A Unimed diz também que a solicitação do novo procedimento foi recebida em 6 de dezembro sem a informação do local de realização. “Na mesma data questionamos sobre o local. Recebemos a resposta deste questionamento em 15 de dezembro, que foi quando demos andamento nos trâmites de autorização que no momento está em análise junto à Unimed Federação do Estado de São Paulo.” A empresa conclui informando que espera o resultado da análise para posicionar o beneficiário quanto à resolução do problema.

Também procurada, a Unimed Fesp informa que o assunto “está solucionado com o cliente e que, durante o trâmite de liberação dos procedimento, o beneficiário esteve assistido por equipe médica, foi medicado e realizou os exames solicitados pelo médico assistente”.

A empresa informa que o histórico registrado no hospital mostra que “a demora no encaminhamento do beneficiário não pode ser entendida como falta de assistência – ele foi acompanhado por equipe médica e recebeu cuidados necessários ao caso”.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.