TIM e Oi tomam medidas contra suspensão

Marcelo Moreira

22 de julho de 2012 | 18h33

A TIM não é a pior operadora do País e não compreendeu os critérios da Anatel para chegar a essa conclusão, disse ontem presidente da TIM Fiber, Rogério Takayanagi, que falou em nome da TIM Brasil. Ele classificou como “drástica” a decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de suspender as vendas de novas linhas da empresa em 18 Estados e no Distrito Federal a partir de segunda-feira.

Para o executivo, a competição entre as operadoras força a regulação do mercado. “A TIM nesse momento é a única operadora que não tem nem fidelização, subsídio ou contrato para a pessoa ficar (na operadora). Então a pessoa só fica na TIM porque ela quer. Ninguém é obrigado a ficar na TIM”, afirmou o executivo.

Segundo ele, a operadora investe R$ 3 bilhões por ano para melhorar a qualidade do serviço, principalmente, para segurar o cliente. “O cliente pode ir para outra operadora na hora que ele quiser.”

O executivo reconheceu que há falhas na cobertura da empresa e atribuiu os problemas, principalmente, ao crescimento rápido do serviço. A TIM entrou ontem com um mandado de segurança contra a decisão da Anatel para tentar evitar a suspensão das vendas.

A Oi, uma das operadoras impedidas de vender novas linhas de celular a partir de segunda-feira, pretende apresentar no início da próxima semana um “plano preliminar” de investimentos para a Anatel.

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