Submarino sobe mais no ranking

crespoangela

15 de janeiro de 2008 | 17h07

ELENI TRINDADE

No último mês do ano, a empresa recebeu 19 cartas, o que lhe deixou no 2º lugar entre as mais reclamadas

No intervalo de um mês, a Submarino passou da quarta para a segunda colocação no Ranking do Advogado de Defesa. No período de 21/11 a 20/12 de 2007, o número de reclamações contra a empresa foi de 19 cartas ante 15 recebidas no período anterior. Os principais problemas com a loja virtual foram atrasos na entrega e itens esgotados no estoque.
Uma das reclamações é a de Renata de Souza Tartalho. Ela comprou um livro para dar de presente ao irmão com prazo de entrega de 5 dias, mas o destinatário só recebeu o produto um mês depois. “Reclamei várias vezes e recebi um telefonema da Ouvidoria da empresa, quando, finalmente o caso foi resolvido”, afirma ela. Em resposta à carta de Renata, a Submarino informa que ocorreu uma falha no centro de distribuição, o que ocasionou o extravio do pedido. A empresa explica que foi gerado um novo pedido para a entrega em 3 dias úteis.
Nas compras virtuais o consumidor deve ficar atento: dar prioridade aos sites conhecidos, observar se a página é segura (com símbolo de cadeado) e se aceita o pagamento com cartão de crédito, pois isso significa que ela segue critérios de segurança das administradoras. É preciso, ainda, imprimir o pedido para ter um comprovante em caso de problemas e evitar compras em computadores públicos. No fim de 2007, um levantamento da empresa de pesquisa em comércio eletrônico E-bit mostrou que 23% dos pedidos de compra pela internet tiveram algum problema de entrega.

Mais reclamadas
A Telefônica foi a primeira colocada no ranking, com 38 cartas. Em terceiro lugar, estão LG e NET com 10 cartas cada uma, seguidas de TIM, com 9 cartas e Banco Itaú, com 8.

Queda Em 2007 o Ranking do Advogado de Defesa recebeu 5.143 cartas, o que representa uma queda de 28,5% em relação a 2006, quando foram enviadas à redação 6.609 queixas. Essa é a segunda vez que o ranking registra baixa no número de cartas desde que começou a ser publicado em 1999.