Selo atesta segurança do brinquedo

Marcelo Moreira

04 de outubro de 2011 | 16h55

Saulo Luz

Obrigatório em todos os brinquedos comercializados no País, o selo de segurança do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) é a primeira coisa a ser observado pelo consumidor que vai comprar brinquedos.

“Para obter o selo do Inmetro, os artigos escolares serão submetidos a ensaios químicos, microbiológicos, mecânicos, físicos, elétricos e de ftalatos – que avaliam a toxicidade da substância responsável pela maleabilidade do plástico. Isso tudo dá mais segurança ao produto”, garante Leonardo Rocha, gerente substituto da divisão de programas de avaliação da conformidade do Inmetro.

O consumidor deve ainda atentar para a presença do selo do órgão credenciado para testar a qualidade, como o Instituto Brasileiro de Qualificação e Certificação (IQB).

A embalagem (ou manual) do brinquedo deve ainda identificar o fabricante, números de peças, instruções de montagem, informação quanto à composição, indicação de faixa etária e a rede credenciada de assistência técnica. As informações devem constar em português e de forma clara.

Os pais devem examinar o funcionamento dos brinquedos pessoalmente. “É bom lembrar que as lojas são obrigadas a deixar um item de mostruário para o adulto pegar em mãos e testá-lo. Pode até deixar a criança manusear o brinquedo para verificar se é realmente seguro”, diz Cleni Dombroski Leal, especialista em defesa do consumidor do Procon-SP.

Considere a faixa etária da criança – até 9 meses de idade os brinquedos devem ser leves, resistentes, antialérgicos, sem pontas e não soltar tinta – e evite comprar brinquedos barulhentos ou com cheiros e formatos que imitem alimentos. Assim, você protege os ouvidos dos pequenos e evita que eles engulam ou aspirem pequenas partes.

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