Seguro Pirata: ‘proteção não é seguro’, dizem associações

Marcelo Moreira

11 de julho de 2011 | 13h25

Saulo Luz

A Confederação Nacional das Associações de Benefícios Mútuos (Conabem) se defende das acusações de supostas irregularidades na atuações dos filiados. Informa que as associações atuam com base no mutualismo (todos são protetores e protegidos) e que este tipo de benefício não é um seguro, portanto as associações não são seguradoras e não estão sujeitas ao crivo da Susep.

Segundo a entidade, uma das grandes vantagens de fazer parte de uma associação de benefícios é a “democratização do acesso à proteção de veículos”. Todos poderiam se proteger, por um preço acessível, “com total qualidade, independente do seu perfil”.

Sobre as reclamações do associado Nei da Cunha, a Pisom informa que não deixou de prestar a assistência a ele, que já tem data prevista para a sua indenização total: 10 de julho. Informa ainda que os problemas com o serviço de 0800 foram “pontuais por excesso de ligações no carnaval (que pode ter acontecido com as seguradoras também)”.

A associação diz que o associado tinha o direito de levar o veículo para outra oficina, o que não foi feito. A Associação dos Servidores do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de Minas Gerais (Ascobom) não respondeu ao JT.

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