Saque em caixa eletrônico no exterior não foi permitido, mas o sistema registrou a saída do dinheiro

Marcelo Moreira

19 de maio de 2009 | 23h23

Um dos maiores benefícios da automação bancária e da integração de sistemas de váriso bancos é a praticidade de se poder sacar dinheiro e realizar transações financeiras em caixas eletrônicos no mundo inteiro.

Quando o cliente é impedido de realizar qualquer transação por falha técnica ou problemas no sistema durante uma viagem de negócios ou de férias – e essas operações são cobradas -, é o caso de se enviar uma reclamação veemente ao banco.

E quando a operação não é realizada, e ainda assim o sistema informa que ela foi concluída, causando prejuízo ao cliente, é inaceitável sob todos os argumentos. É o caso da leitora Marina Darmaros, de São Paulo:

“Tentei realizar um saque num caixa eletrônico em Moscou – razão pela qual abri uma conta no HSBC, ou seja, sacar dinheiro no exterior. Não recebi o dinheiro, mas o valor foi descontado de minha conta.

Tentei entrar em contato com a gerente da minha agência, que nunca respondeu meu e-mail. Tentei, então, contatá-la pelo telefone e ela desligou enquanto eu falava.

Meu pai, em São Paulo, começou a entrar em contato diariamente com a central de atendimento e não obteve nenhum posicionamento.

Enviei e-mail para a ouvidoria – já que também não consigo obter nenhum número de contato, e o e-mail, impresso em diversas correspondências do HSBC, simplesmente não existe, pois minha mensagem retornou.

Gostaria de saber quando o Banco HSBC vai devolver meu dinheiro, incluindo as taxas de saques indevidamente debitadas e não estornadas e começar a corrigir o desleixo que dedica a seus clientes.”

RESPOSTA DO HSBC: O HSBC informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que foi encaminhada correspondência para a cliente com os devidos esclarecimentos.

COMENTÁRIO DA REDAÇÃO: A consumidora informou o banco realizou o estorno, mas não devolveu o valor correspondente às taxas de saque.

Tendências: