Recalls: empresas explicam os problemas

Marcelo Moreira

06 de fevereiro de 2012 | 12h07

Saulo Luz

A Procter & Gamble, por meio de nota, ressaltou que o recall dos antissépticos bucais da marca Oral-B foi um “procedimento voluntário da empresa e preventivo, após detectar níveis microbianos fora da especificação em alguns produtos fabricados em uma de suas unidades terceirizadas na Colômbia. Estando este nível microbiano fora da especificação, pessoas com sistema imunológico severamente debilitado ingerindo o produto em desacordo com as instruções de uso poderiam estar suscetíveis a efeitos adversos.”

A empresa disse que 10% dos 10 milhões de unidades convocadas foram estimados como disponíveis no mercado tanto em revendedores quanto consumidores (por conta da vida útil do produto no mercado e o ciclo de consumo do produto). Desse total, foram recolhidos 70% dos itens. Sobre o consumidor Ivanhoe Robson Marques Bonatel, a Procter reafirmou que “realizou o depósito para reembolso no dia 1º de setembro de 2011, possui os comprovantes bancários e está em contato com o consumidor”.

A Kraft Foods Brasil, por sua vez, informou que o recall do fermento em pó Royal foi “iniciativa pró-ativa da companhia e que todos os consumidores que agendaram a troca já foram atendidos”. A consumidora Lilian Passos, citada pela reportagem do JT, foi atendida e já teve sua embalagem trocada.

A Blowtex informou que o recall do preservativo Blowtex Turbo está em andamento e, só após a conclusão, será possível apurar o total de unidades recolhidas. A Pepsico disse que a causa do recall do Toddynho foi “falha pontual corrigida e a fábrica da Pepsico em Guarulhos foi aprovada pelas autoridades sanitárias”.

Tudo o que sabemos sobre:

Oral BProconProcter & GambleRecall

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.