Ranking do Procon: empresas se defendem

Marcelo Moreira

16 de março de 2012 | 16h45

Saulo Luz

O Bradesco justificou a sua liderança no ranking de queixas do Procon informando que “os dados refletem a incorporação, pela primeira vez, dos apontamentos referentes ao Banco Ibi – que já começam a receber o mesmo tratamento e qualidade dado aos processos do banco”.

A B2W informa ter trabalhado “intensamente para resolver as questões que impactaram seus clientes no ano de 2011”. Tais ações teriam resultado na “redução de 27,9% na quantidade de reclamações contra a empresa no 2º semestre de 2011 (comparado com o primeiro semestre de 2011) e em 71,6% no primeiro bimestre de 2012 em relação ao mesmo período de 2011”.

O Grupo Carrefour esclarece que parte das manifestações registradas pelo Procon-SP se refere ao seu braço financeiro Carrefour Soluções Financeiras e foram classificadas como não atendidas, apesar de o Carrefour apresentar proposta de resolução.

Telefônica, NET, AES Eletropaulo, Itaú, Oi, Claro e Santander informam que a melhora (queda) nas suas posições no ranking de queixas resultam dos investimentos que fizeram em seus processos e afirmam que continuarão a investir para reduzir falhas.

A Embratel informa estar atendendo no prazo praticamente a todas demandas do Procon e diz que“continua trabalhando para a melhoria contínua dos serviços”.

A operadora TIM explica que o “volume de reclamações recebidas no Procon-SP corresponde a 0,006% de sua base de clientes no Estado e atuará para a melhoria contínua dos seus serviços”.

O banco PanAmericano informa que “atua na revisão e melhoria de todos os seus processos internos a fim de melhor atender os consumidores”.

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