Quer limpar o nome? A hora é agora

Para quem quer limpar o nome, a hora é agora. Com a tendência de alta dos juros, a negociação pode ficar mais difícil, e, o crédito, mais caro. Isso porque, com maior volume de crédito no mercado, os bancos e financeiras conseguem estender prazos de financiamento

Marcelo Moreira

02 Julho 2010 | 16h18

Marília Almeida

Para quem quer limpar o nome, a hora é agora. Com a tendência de alta dos juros, a negociação pode ficar mais difícil, e, o crédito, mais caro. Isso porque, com maior volume de crédito no mercado, os bancos e financeiras conseguem estender prazos de financiamento. E isso não é diferente com as dívidas.

“Os bancos aceitam um bom desconto. Quem não consegue pagar R$ 1 mil no cheque especial, em menos de um ano o valor dobra. Negociar R$ 1,1 mil geralmente cobre o custo do banco para capturar o valor”, diz Luiz Jurandir Simões, consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras

DICAS

* Caso você esteja com o nome sujo: o banco prefere negociar do que não receber. Proponha o parcelamento dos dívida de modo realista, proporcional aos seus ganhos, com espaço para imprevistos

* Para não ficar inadimplente: transfira débitos com taxas de juros mais caras (cartão de crédito) para aqueles com taxas menores, como o cheque especial

* Reduza o endividamento: só utilize o crédito quando for para algo necessário, como roupa para entrevista de emprego ou equipamento para negócio próprio

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