Protocolo nem sempre é garantia

crespoangela

17 Abril 2007 | 15h19

Texto de Andréia Fernandes

Primeiro, o consumidor ouve uma gravação eletrônica e disca diversos números até chegar ao setor onde deseja ser atendido. Quando finalmente é recebido por uma voz humana do outro lado da linha, tem de confirmar seus dados pessoais antes de relatar todo o seu problema ou solicitação. Ao final do contato, ele é orientado pelo atendente a anotar o número do protocolo de atendimento – que, teoricamente, armazenaria no sistema da empresa todas as informações referentes ao caso.