Procedimentos de baixo custo

Os novos procedimentos incluídos na cobertura mínima dos planso de saúde tem baixo custo, segundo a ANS

Marcelo Moreira

07 de junho de 2010 | 15h45

Carolina Dall’Olio

A maior parte dos novos procedimentos para os planos de saúde, que entram em vigor a partir de hoje, tem com grande frequência de utilização, mas tem custos relativamente baixos – por isso sua inclusão na cobertura obrigatória não causou muitas reclamações entre as operadoras.

A determinação para a inclusão de novos procedimentos aos convênios é da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Já a inserção na lista de exames como o pet-scan, usado no diagnóstico de câncer, provocou polêmica: o procedimento custa, em média, R$ 4 mil, sem falar do transplante de medula óssea, também incluído na nova cobertura, cujo preço pode chegar a R$ 85 mil.

A atenuante é que a demanda por esses procedimentos é considerada baixa. Além disso, a ANS deve limitar a cobertura obrigatória do exame pet-scan só para a verificação de suspeita de câncer no tórax e mediastino – uma reivindicação das operadoras.

Por tudo isso, a agência acredita que o impacto financeiro do novo rol para empresas e consumidores seja baixo.

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