Para bancos, reclamação ajuda a aprimorar serviço

Marcelo Moreira

26 de março de 2011 | 16h24

Gisele Tamamar

Em resposta às reclamações, os bancos citados no ranking do Banco Central informam que trabalham para a redução das ocorrências. O Banco do Brasil afirma que elevou sua base de clientes a partir de 2010, principalmente com a incorporação da Nossa Caixa. Com isso, houve “natural crescimento vegetativo do volume de reclamações”.

O banco esclarece não efetuar débitos em conta sem autorização de seus clientes e que mantém convênio com empresas responsáveis pela guarda e apresentação das autorizações de débito sempre que solicitadas.

O Bradesco, por sua vez, informa que cada um dos apontamentos é acompanhado de perto pela ouvidoria, que sempre esclarece a manifestação ao cliente ou usuário, e que toma as medidas necessárias para corrigir eventuais falhas e melhorar o atendimento.

Já o HSBC afirma que sempre avalia o mérito de todas as demandas e utiliza esses levantamentos para aprimorar o atendimento.

Em relação ao registro de reclamações, a Caixa Econômica informa que as ocorrências são ocasionadas por fatos pontuais e, por esta razão, tratadas pessoalmente com os clientes envolvidos.

O diretor do Santander Marcelo Malanga afirma que a maioria dos casos envolvendo o banco refere-se a inadimplência. No momento da abertura de conta, o correntista assina uma pré-autorização para o débito de valores caso tenha dinheiro em conta. Por isso, o banco classifica como débitos questionados ou reclamados, mas que são autorizados do ponto de vista jurídico.

O Itaú informa que concluiu a integração das agências do Unibanco em 2010. Esse processo, acabou gerando dúvidas referentes às mudanças para alguns clientes. “As queixas sobre débitos não autorizados foram tratadas e resolvidas, e as questões de entendimento sobre nossos serviços, devidamente esclarecidas”, diz.