Nome sujo indevidamente rende indenização

O Banco Fininvest foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro a pagar indenização, por danos morais, no valor de R$ 9.300, a uma cliente por ter mantido o seu nome no cadastro de inadimplentes mesmo após ela ter quitado uma dívida.

Marcelo Moreira

22 de junho de 2010 | 16h03

O Banco Fininvest foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro a pagar indenização, por danos morais, no valor de R$ 9.300, a Telma da Silva Freitas por ter mantido o seu nome no cadastro de inadimplentes mesmo após ela ter quitado uma dívida. A  decisão foi da desembargadora Célia Maria Vidal Meliga Pessoa, da 18ª Câmara Cível do TJ-RJ.

Telma disse que soube que o seu crédito estava negado quando foi efetuar compra junto a uma determinada loja e descobriu que seu nome constava em bancos de dados restritivos, desde 20 de outubro de 2006.

A autora informou ainda que, em 21 de novembro de  2006, quitou o empréstimo efetuado junto à instituição financeira. A Fininvest alegou em sua defesa a ocorrência de falha sistêmica e que não praticou qualquer ato ilícito.

Tudo o que sabemos sobre:

constrangimentoindenizaçãonome sujo

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: