Nome sujo indevidamente rende indenização

Marcelo Moreira

13 de março de 2011 | 18h32

A Organização Educacional Farias Brito Ltda. foi condenada a pagar R$ 12 mil a um cliente que não teve o nome retirado de cadastro de devedores, mesmo após pagamento de débito. A decisão, proferida pela 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE), teve como relator o desembargador Abelardo Benevides Moraes. Em fevereiro de 2002, a vítima entregou cheque para uma pessoa pagar o colégio, o que não foi feito. Apesar de a vítima quitar o débito posteriormente, o nome permaneceu negativado.

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