Líderes de queixas justificam o abuso no aumento

Marcelo Moreira

14 de maio de 2012 | 12h10

Carolina Marcelino

Sobre os casos citados, a SulAmérica informou que segue as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), “inclusive no que se refere aos reajustes por faixa etária. As informações referentes aos reajustes anuais e por faixa etária estão explícitas no contrato firmado com o cliente no momento da contratação do plano”.

A Amil e a Dix esclareceram em nota que os índices de reajuste por mudança de faixa etária encontram-se “claramente previstos em ambos os contratos. Portanto, os beneficiários tinham, desde a data da contratação, total conhecimento da previsão futura de reajuste aos 59 anos”.

Procurada a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), não se manifestou sobre os abusos cometidos pelas operadoras.

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) informou que reclamações contra operadoras de planos de saúde ocuparam o primeiro e o segundo lugares no ranking de reclamações da entidade durante 11 anos. Ainda segundo o Idec, as principais queixas são contra negativa de cobertura, reajuste abusivo nos valores dos planos e dificuldade na hora da contratação.

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