Irregularidades no material escolar

Ipem-SP realizou nesta semana blitz em lojas paulistanas de produtos escolares. Foram fiscalizados 132 lotes que incluíam itens como caderno, cartolina, etiquetas, giz de cera, corretivo, cola, tinta, entre outros. Quase 20% dos lotes tinham problemas

Marcelo Moreira

08 Julho 2010 | 12h19

Saulo Luz

Cuidado com a compra de material escolar no retorno das aulas, em agosto. Este é o alerta do Instituto de Pesos e Medidas de São Paulo (Ipem-SP), que realizou nesta semana blitz em lojas paulistanas de produtos escolares. Foram fiscalizados 132 lotes que incluíam itens como caderno, cartolina, etiquetas, giz de cera, corretivo, cola, tinta, entre outros.

Do total, foram reprovados 26 lotes (19,70%) e os estabelecimentos foram autuadas por irregularidades em relação à quantidade de produto citada na embalagem. “O índice de irregularidades é muito alto. Isso mostra que o segmento não está bem”, diz Vera Lúcia Gonçalves, diretora de divisão de pré-medidos do Ipem-SP.

Segundo ela, os maiores problemas aconteceram com tintas, sulfites, caderos, marcadores e giz de cera. “Antes de ir às compras, recomendamos que o consumidor acesse o nosso site –www.ipem.sp.gov.br – e veja a lista dos produtos irregulares”, lembra.

Quem encontrar produtos irregulares pode denunciar ao Ipem-SP (0800-0130522), de 2ª a 6ª, das 8h às 17h, ou via e-mail, no seguinte endereço: ouvidor-ipem@ipem.sp.gov.br.

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