Intervenção é descabida, diz Sky

Operadora contesta projeto de lei que estabelece cota semanal de programação nacional nos canais oferecidos pelas emissoras de TV por assinatura e afirma que "intervencionismo pode criar reservas de mercado"

Marcelo Moreira

14 de junho de 2010 | 11h30

Karla Mendes – Agência Estado

Procurada pela Agência Estado, a Sky reiterou sua postura contrária à obrigação de cotas nacionais por considerar
que “essa imposição em um negócio privado por si só é uma medida intervencionista” e que terá como resultado “uma
reserva de mercado”.

A  empresa ressaltou que, caso seja aprovada, a medida encarecerá as assinaturas porque um conteúdo produzido
especialmente para a TV por assinatura provocará aumento dos custos, devido à falta de escala.

Outro argumento usado pela empresa é que a criação  de cotas resultará em uma reserva de mercado para um determinado segmento, o que poderá inflacionar os custos do conteúdo nacional independente, uma vez que a sua aquisição será obrigatória para o cumprimento de uma lei.

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