GVT contesta pesquisa de banda larga do Idec

A GVT está contestando os dados de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que apontou a operadora como a mais cara do País

Marcelo Moreira

16 Julho 2010 | 18h40

Karla Mendes – Agência Estado

A GVT está contestando os dados de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que apontou a operadora como a mais cara do País. Segundo a empresa, na época da apuração realizada pela entidade, o valor da banda larga da GVT para Goiânia, Porto Alegre e Rio Branco era diferente do vigente atualmente.

 A pesquisa mostra que, enquanto em Belo Horizonte, Goiânia e Porto Alegre os usuários pagam R$ 49,90 por mês para usar um pacote com velocidade de 1 Mbp da NET, em Goiânia, Porto Alegre e Rio Branco pagariam R$ 204,50 no plano oferecido pela GVT.

A assessoria da empresa, porém, informa que os dados utilizados estão defasados, porque desde 1º de junho de 2010 a contratação avulsa do serviço de banda larga de 3 Mbps passou a ser de R$ 129,90 mensais.

A operadora afirma ainda que a comparação com os preços da NET não é válida, já que o pacote da NET é de 1 Mbps. Por essas razões, a empresa enfatizou que a “GVT não pode ser classificada como a mais cara do Brasil”.

A pesquisa divulgada no início desta semana pelo Idec conclui que o brasileiro paga caro para ter acesso à internet e não recebe as informações corretas sobre o serviço que lhe é ofertado.

O levantamento comparou o preço e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras e mostrou que a diferença de preços dos pacotes de banda larga varia muito conforme a cidade onde o serviço é prestado.

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