Funcionários do Procon fazem greve

Os funcionários do Procon-SP prometem realizar hoje uma paralisação em protesto por melhores salários em São Paulo. Eles pretendem fechar a sede administrativa, na Barra Funda, e os postos de atendimento em Itaquera, Sé e Santo Amaro

Marcelo Moreira

13 de setembro de 2010 | 08h00

Carolina Marcelino

Os funcionários do Procon-SP prometem realizar hoje uma paralisação em protesto por melhores salários em São Paulo. Eles pretendem fechar a sede administrativa, na Barra Funda, e os postos de atendimento em Itaquera, Sé e Santo Amaro.

Os servidores reivindicam aumento no número de pessoas contratadas e reajuste nos salários de 20%. De acordo com Luiz Marcelo Prestes, presidente da Associação dos Funcionários, a defasagem dos salários é de 37,5% nos últimos dez anos.

Na última quarta-feira, representantes dos funcionários se reuniram com o secretário de Justiça do Estado de São Paulo, Ricardo Leme, que pediu 30 dias para dar uma resposta às reivindicações . No, os funcionários teriam de exercer suas atividades normalmente, os funcionários decidiram em assembléia não aceitar o pedido do secretário.

De acordo com Roberto Pfeiffer, diretor-executivo do Procon-SP, a atual gestão do órgão lutou para que não houvesse perdas salariais. “É preciso lembrar que, pela Lei de Responsabilidade Fiscal não há possibilidade de qualquer reajuste até 31 de dezembro de 2010.”

Os servidores farão duas manifestações na Capital hoje, em frente à PUC, na zona oeste, às 9h e às 14h, onde ocorrerá evento que marcará os 20 anos do CDC.

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