Convênios: empresas alegam que já superaram os problemas

Marcelo Moreira

24 de maio de 2011 | 12h49

Saulo Luz

Marítima Saúde Seguros, Unimed Paulistana e Unimed Seguros esclarecem que o índice da ANS tem como base o ano de 2009 e já não condiz com a realidade atual. A Unimed Paulistana diz que passou por processo de Direção Fiscal e se recuperou, obtendo lucro líquido de R$ 44,9 milhões.

A Marítima diz que encerrou o ano de 2010 com lucro líquido de R$ 16,5 milhões, aumento de 22,9% na comparação anual. Já o desempenho da Unimed Seguros registrou crescimento de 47% em 2010, em relação ao mesmo período de 2009. No primeiro quadrimestre de 2011, a elevação salta para 60%.

A Itálica diz trabalhar para melhorar seus índices de avaliação. Informa ainda que a situação dos credenciados alegada pelo associado citado na reportagem reflete uma situação dos prestadores que não mais aceitaram atender associados advindos da Avimed, por não terem sido pagos pela Avimed – dividas que não são de responsabilidade da Itálica.

O Grupo São Cristóvão Saúde diz que, ao escolher um plano de saúde, o consumidor deve levar em consideração o tempo da empresa no mercado, a posição financeira e crescimento. O grupo diz que completará 100 anos em dezembro e está entre as 50 maiores empresas em patrimônio líquido do País.

A Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (FESP) diz que considera fundamental mostrar o caminho a ser percorrido e as dificuldades das operadoras de saúde, como as novas imposições da ANS e bitributação.