Comprar por impulso faz mal ao bolso

crespoangela

20 de abril de 2006 | 19h31

Texto de Eleni Trindade

Todas as pessoas têm o direito de adquirir produtos e serviços para suprir
suas necessidades pessoais. A melhor compra nem sempre é a maior ou a mais
cara. Ela depende das escolhas de cada um. “A primeira coisa a ser
considerada é a real necessidade do produto. O consumidor precisa entender
que, se for apenas um desejo passageiro, ele não pode ser satisfeito a todo
momento, pois o Planeta não tem condições de atender aos desejos de todas as
pessoas”, explica Hélio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu pelo
Consumo Consciente.

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