Bancos dizem, de forma genérica, que tentam melhorar o atendimento

Marcelo Moreira

25 de agosto de 2008 | 22h04

CAROLINA DALL’OLIO – JORNAL DA TARDE

O JT entrou em contato com os bancos que integram a estatística do Banco Central (BC) para que dessem suas versões sobre o aumento de reclamações, que, em dois anos, chegou a 81%. Entretanto, pouco esclareceram.

O Bradesco informou em nota que “adota providências para normalização, o que poderá, eventualmente, demandar um tempo maior (de resolução). Todas as reclamações, inclusive as consideradas improcedentes pelo Banco Central, são esclarecidas e solucionadas pelo banco”.

O HSBC informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que avalia as demandas procedentes e utiliza o levantamento para aprimorar o atendimento aos clientes e usuários de seus produtos e serviços.

O Santander, em nota, comunicou que “todas as manifestações de clientes
recebidas são tratadas como prioridade e são consideradas oportunidades e desafios para cativá-los e retê-los, além de contribuírem para correções e/ou melhorias em seus processos”.

Ainda de acordo com a nota, “a partir dessas manifestações, o Santander aprende a conhecer cada vez mais os seus clientes e suas demandas, direcionando seu investimento para o desenvolvimento da qualidade e à criação de produtos, serviços e processos que os atendam de forma satisfatória”.

Odair Ziolli, ouvidor da Nossa Caixa, explica que, entre outras ações, a instituição reúne periodicamente seus gerentes para tentar aprimorar o
atendimento nas áreas que são alvos de reclamação.

Caixa Econômica Federal e Unibanco não quiseram comentar o número. Banco do Brasil, Itaú e Real não responderam.

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