Autopeças: empresas dizem que falta de peças é ‘pontual’

Marcelo Moreira

14 de junho de 2011 | 18h36

Saulo Luz

Casos isolados e pontuais. Assim as montadoras tratam os casos de falta de autopeças no mercado. A Volkswagen do Brasil informa que, para atender a demanda por carros e peças de reposição para seus produtos, “tem trabalhado com sua rede de fornecedores para elevar a produção de componentes e eliminar pontuais faltas de peças que possam ter ocorrido”.

A Fiat, por sua vez, divulga que casos isolados e excepcionais de distribuição são tratados como prioridade na busca de solução. Sobre a matéria em discussão na Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, a Fiat informa que se trata de “discussão sobre propriedade industrial que em nada afeta o abastecimento do mercado doméstico”. A Honda Automóveis do Brasil informa que não enfrenta problema com a reposição de peças em sua rede.

A Hyundai se diz “plenamente equipada e preparada para dar todo suporte necessário aos nossos consumidores nas mais diversas situações, inclusive na reposição de peças – cujo estoque é amplo”. A Allianz Seguros esclarece que já entrou em contato com o segurado Mitio Kimura e está aberta para discutir a melhor forma de minimizar os transtornos.

Já a Anfavea, que reúne as montadoras, considera que o tema é restrito à órbita dos fabricantes de veículos e dos fornecedores de peças originais. Para a entidade, o assunto é de origem comercial e, portanto, das relações entre as marcas e o mercado, não pertencendo, por definição, ao escopo da entidade.

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