Antivírus é item básico na proteção do computador

Marcelo Moreira

17 de agosto de 2009 | 18h55

FERNANDO TAQUARI – JORNAL DA TARDE

Para se proteger de fraudes pela internet é necessário, antes de tudo, procurar uma empresa de software (programa) antivírus e fazer uma assinatura anual.

Atualmente, a maioria dos softwares disponíveis no mercado, inclusive os gratuitos, se atualizam automaticamente quando o usuário se conecta à internet. Isso é fundamental, já que este instrumento não assegura a imunidade total do computador do usuário e necessita de atualizações semanais e, às vezes diárias, por conta dos vírus que se propagam com extrema rapidez.

“As principais soluções de antivírus existentes no mercado são suficientes para a maioria das ameaças”, garante Álvaro Leal, consultor da ITData.

Segundo ele, os softwares ainda protegem os internautas contra vários tipos de ataques pela rede mundial de computadores e oferecem ferramentas anti-spam (emails não solicitados, enviados em massa).

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) também alerta os seus clientes para que sempre desconfiem de histórias recebidas pela internet, sobretudo aquelas que oferecem vantagens ou ganhos fora do comum.

A entidade pede aos usuários para não clicar em links desconhecidos, por mais atraente que seja a história contada. Qualquer anormalidade deve ser comunicada ao banco.

Os e-mails recebidos de pessoas desconhecidas são outra fonte de risco para os crimes eletrônicos. Além disso, Leal afirma que o internauta não pode confiar em redes públicas de WiFi (conexão por meio de redes sem fio) e lan houses (estabelecimento comercial, com acesso a internet) para o uso de internet banking. “Hoje em dia é extremamente simples rastrear redes WiFi abertas e iniciar um processo de arquivamento e análise dos dados que trafegam nestas redes”, diz.

Outra dica é usar senhas maiores e mais complexas, evitando combinações óbvias. “O usuário precisa alterar as senhas com regularidade”, finaliza.
A Febraban diz que os bancos brasileiros investem, anualmente, cerca de R$ 1,5 bilhão em sistemas de segurança eletrônica.

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