Anac cria o ranking dos aeroportos

Qualquer passageiro pode acessar a página da agência na internet e dar notas para os terminais do País, como já acontece com as empresas aéreas brasileiras. O objetivo é transformar as avaliações em referência aos demais passageiros sobre a prestação de serviços dos aeroportos

Marcelo Moreira

02 Julho 2010 | 08h45

Saulo Luz

O consumidor brasileiro já pode dar notas aos melhores e piores aeroportos do Brasil. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acaba de lançar o ranking dos aeroportos brasileiro no site Espaço do Passageiro (www.anac.gov.br/passageiro), onde o usuário pode avaliar 130 aeroportos públicos brasileiros, de grande e pequeno portes.

O objetivo é transformar as avaliações em referência aos demais passageiros sobre a prestação de serviços dos aeroportos, como já ocorre com o ranking das companhias aéreas. “O mecanismo é semelhante ao das empresas e funciona com médias aritméticas. Pela internet (www.anac.gov.br/passageiro), o usuário dá notas de 0 a 10 para 16 itens de serviço dos aeroportos”, diz Gerson Bonani, chefe de assessoria de comunicação da Anac.

É possível avaliar o estacionamento, lojas de alimentação e conveniência, serviços públicos no terminal (Polícia Civil, Anvisa, Posto Médico, Vara da Infância e Juventude), conforto, inspeção (raios-X), tempo de espera por bagagem e opções de transporte público e táxi. Nos terminais internacionais, também é possível dar notas para o controle de passaportes, além do controle de alfândega no desembarque.

Para participar, o passageiro não precisa dar nota para todos os aeroportos e também pode avaliar apenas alguns dos 16 itens. Para visualizar o resultado, também é possível até ranquear os aeroportos de acordo com o estado ou o requisito avaliado. “Além disso, é possível alterar suas notas a qualquer momento, caso mude a impressão sobre determinada aeroporto”, diz Bonani.

A farmacêutica Solange de Oliveira, 50 aos, viaja frequentemente de avião e gosta do aeroporto de Guarulhos. “Congonhas é o pior, superlotado. Ja estive em aeroportos menores e com infraestrutura ruim, mas o nervoso que passo em Congonhas é insuperável”, conta.

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