A 'evolução' dos problemas e das reclamações

Marcelo Moreira

09 de setembro de 2008 | 19h11

FABRÍCIO DE CASTRO – JORNAL DA TARDE

RECLAMAÇÕES DE ONTEM

  • Em abril de 1998, o leitor Francisco Colman Júnior, de Carapicuíba (SP), reclamou à coluna Advogado de Defesa do JT que uma TV, após alguns dias de uso, passou a apresentar uma ‘mancha verde vertical, tomando praticamente toda a área do tubo’. Ao levar o aparelho à assistência técnica, o leitor descobriu a existência de ‘um defeito de fabricação no tubo’

  • O leitor Roberto Barros dos Santos, de São Paulo, escreveu ao jornal em abril de 1998 reclamando do atraso na entrega de ‘um CD duplo pelo qual paguei antecipadamente’. Na época, ele disse que havia reclamado
    ‘diversas vezes com a empresa, mas essa nem mesmo dá uma simples satisfação do que ocorreu ou se vai enviar o CD’

  • O leitor José Marco Gazola, de São Bernardo do Campo (SP), escreveu ao jornal em agosto de 1998 informando que havia comprado um armário em imbúia escura em um shopping. ‘Paguei-o com seis cheques, o primeiro à vista, e tive a promessa que o receberia em 45 dias’, disse na época. ‘Passado este prazo, nada foi entregue’

  • RECLAMAÇÕES DE HOJE

  • Em agosto deste ano, a leitora Cristine Lopes Pinheiro escreveu um e-mail para o jornal, relatando problemas com sua TV por assinatura. Segundo ela, o aparelho não estava recebendo os sinais de canais abertos. Durante uma visita, o técnico da empresa responsável disse que ‘não estava apto para fazer o trabalho’, porque não tinha escadas nem o equipamento necessário

  • No início da última semana, a leitora Simone Valente disse ter recebido, por e-mail, uma oferta de produtos de um site de vendas. Ao decidir comprar uma geladeira, ela notou que ‘no site o produto aparece com um preço maior’. Depois de entrar em contato por telefone com a empresa, solicitando o desconto, ela foi informada de que o item não estava mais disponível no estoque

  • Na última terça-feira, foi o leitor Daniel Fonseca Pelá, de São Paulo, que reclamou ao jornal ter pago por um produto, sem recebê-lo. A mercadoria em questão eram os créditos para um celular pré-pago, no valor de R$ 25. Segundo ele, o dinheiro havia saído de sua conta, mas nada foi creditado

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