Ao Vivo - Eleições 2020: veja o resultado do segundo turno

Estadão acompanhou ao vivo a reta final, o dia de votação e a apuração dos resultados no segundo turno das eleições municipais; veja como foi

A votação em segundo turno das eleições municipais deste ano teve início às 7h deste domingo, 29, em todo o País. Eleitores em todas as cinco regiões brasileiras voltaram às urnas para definir a disputa pelo Executivo Municipal em 57 capitais e cidades com mais de 200 mil pessoas aptas a votar.

 

Bruno Covas (PSDB) foi reeleito prefeito de São Paulo. No Rio, Eduardo Paes (DEM) derrotou o atual prefeito, Marcelo Crivella (Republicanos), e volta a comandar a capital. Já em Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB) foi eleito o novo prefeito da cidade. No Recife, João Campos (PSB) venceu Marília Arraes (PT) e se tornou o prefeito mais jovem de uma capital brasileira, aos 27 anos.

 

Assim como no primeiro turno, a votação ocorreu sob o impacto da pandemia do novo coronavírus. Um protocolo sanitário com medidas de segurança contra a covid-19, com a exigência do uso de máscara nos locais de votação e sem o uso de biometria.

 

O Estadão cobre em tempo real todos os detalhes da reta final da corrida eleitoral até a definição das eleições 2020. Siga o ao vivo e acompanhe todas as notícias, análises e opiniões sobre o processo democrático brasileiro.

 

Confira os eleitos em segundo turno nas capitais:

- São Paulo: Bruno Covas (PSDB)

- Rio de Janeiro: Eduardo Paes (DEM)

- Vitória: Delegado Pazolini (Republicanos)

- Porto Alegre: Sebastião Melo (MDB)

- Recife: entre João Campos (PSB)

- Fortaleza: Sarto (PDT)

- João Pessoa: Cícero Lucena (Progressistas)

- São Luís: Eduardo Braide (Podemos)

- Teresina: Dr. Pessoa (MDB)

- Aracaju: Edvaldo (PDT)

- Maceió: JHC (PSB)

- Goiânia: Maguito Vilela (MDB)

- Cuiabá: Emanuel Pinheiro (MDB)

- Belém: Edmilson Rodrigues (PSOL)

- Manaus: David Almeida (Avante)

- Boa Vista: Arthur Henrique (MDB)

- Porto Velho: Hildon Chaves (PSDB)

- Rio Branco: Tião Bocalom (Progressistas)

 

Eleitos em primeiro turno em capitais:

- Belo Horizonte: Alexandre Kalil (PSD)

- Curitiba: Rafael Greca (DEM)

- Florianópolis: Gean Loureiro (DEM)

- Palmas: Cinthia Ribeiro (PSDB)

- Salvador: Bruno Reis (DEM)

- Natal: Álvaro Dias (PSDB)

- Campo Grande: Marquinhos Trad (PSD)

Acompanhe Ao Vivo

Encerramos aqui a nossa transmissão ao vivo do segundo turno das eleições 2020.

 

Agradecemos a sua audiência durante a reta final da campanha, o dia de votação e a apuração dos votos.

 

Para seguir informado sobre as principais notícias nacionais e os desdobramentos das eleições 2020, continue acompanhando a página de política do Estadão.

Colunistas e analistas destacam o segundo turno das eleições municipais

 

O segundo turno das eleições 2020 é o tema em destaque nesta segunda-feira pós-eleição. Confira o que escrevem os colunistas e analistas do Estadão:

 

Colunas

Carlos Pereira: 'Nova face da polarização'

Coluna do Estadão: 'Covas bancou 'fair-play' para servir de exemplo'

Eliane Cantanhêde: 'Frente antibolsonarista toma forma'

Vera Magalhães: 'Eleitor rejeita 2º turno de 2018'

 

Análise

Rafael Cortez: 'Os desafios à estratégia bolsonarista'

Analistas dizem que segundo turno marca derrota de Bolsonaro e do PT nas capitais

 

O resultado do segundo turno das eleições de 2020 consolidou a derrota do presidente Jair Bolsonaro, que não conseguiu eleger nenhum aliado nas cidades mais populosas do País, mas também representou a derrota do PT em todas as capitais do Brasil, fato que ocorre pela primeira vez desde 1985, na avaliação de analistas ouvidos pelo Estadão.

 

Veja as análises nesta reportagem.

Segundo turno consolida derrota de Bolsonaro nas eleições

 

O presidente Jair Bolsonaro sofreu importante derrota nas eleições municipais deste ano. Dos 16 candidatos a prefeito apoiados por ele, 12 perderam as disputas. Aliado de Bolsonaro, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), não conseguiu se reeleger, sendo ultrapassado por Eduardo Paes (DEM)

 

Veja o desempenho dos candidatos apoiados pelo presidente nesta reportagem.

 

Fotos: Yasuypshi Chiba/AFP, Tiago Queiroz/Estadão e Divulgação/Redes sociais

Fotos: Yasuypshi Chiba/AFP, Tiago Queiroz/Estadão e Divulgação/Redes sociais

Segundo turno consolida derrota de Bolsonaro nas eleições

O presidente Jair Bolsonaro sofreu importante derrota nas eleições municipais deste ano. Dos 16 candidatos a prefeito apoiados por ele, 12 perderam as disputas. Aliado de Bolsonaro, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), não conseguiu se reeleger, sendo ultrapassado por Eduardo Paes (DEM). Leia reportagem completa

BR Político: Covas ‘herda’ voto bolsonarista nos bairros de São Paulo

 

O mapa da vitória de Bruno Covas (PSDB) por zona eleitoral na cidade de São Paulo mostra que o tucano “herdou” os votos dados para Jair Bolsonaro no segundo turno de 2018. Assim como Guilherme Boulos (PSOL) venceu nos mesmos bairros que deram a maioria dos votos para Fernando Haddad (PT).

 

Veja a comparação no BR Político.

Desde 2012, Brasil elege só uma mulher por eleição para comandar capitais

 

As eleições 2020 marcaram a estagnação do número de mulheres eleitas para comandar prefeituras de capitais no Brasil. Pela terceira eleição municipal seguida, apenas uma mulher ganhou. Neste ano, somente Cinthia Ribeiro (PSDB), de Palmas (TO), foi escolhida entre as capitais. Ela assumiu o cargo em 2018 após a renúncia de Carlos Amastha (PSB) e foi reeleita neste ano. 

 

Veja mais sobre o desempenho de outras candidatas aqui.

 

Foto: Divulgação/Campanha de Cinthia Ribeiro

Foto: Divulgação/Campanha de Cinthia Ribeiro

Apesar da derrota, Boulos ressalta desempenho nas urnas: ‘Saímos vitoriosos’

 

Em pronunciamento feito pelas redes sociais pouco depois de reconhecer a derrota na eleição para a Prefeitura de São Paulo, o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, apontou para o futuro, deu a entender que voltará a disputar eleições, e disse que sua campanha, que uniu todos os partidos de esquerda no segundo turno, é um exemplo para o Brasil.

 

Leia mais da fala de Boulos aqui.

 

Foto: Alex Silva/Estadão

Foto: Alex Silva/Estadão

Dario Saadi, do Republicanos, será o prefeito de Campinas

 

O médico e ex-vereador Dario Saadi (Republicanos), de 57 anos, será o novo prefeito de Campinas a partir de 2021. Ele foi eleito para suceder o prefeito Jonas Donizette (PSB) neste domingo, 29, com 57,07% dos votos válidos. Seu adversário no segundo turno, o deputado estadual Rafa Zimbaldi (PL), obteve 42,93% dos votos.

 

A vitória de Saadi na corrida pelo comando do Palácio dos Jequitibás ocorreu após um segundo turno marcado por intensa troca de acusações entre os candidatos, em debates e nas propagandas.

 

Veja mais sobre a disputa aqui.

 

Foto: Epitácio Pessoa/Estadão

Foto: Epitácio Pessoa/Estadão

Eduardo Paes, o sobrevivente da Era Cabral que voltará à prefeitura do Rio

 

RIO - O novo prefeito do Rio consegue, no mesmo evento, comemorar o apoio do PSOL, um partido de esquerda, e lamentar a ausência de um vereador bolsonarista, de extrema direita, como fez em reunião na sede do PSD durante a campanha do segundo turno. Habilidoso, bom de papo e com pouca ou nenhuma nitidez ideológica, o ex-prefeito carioca Eduardo Paes, em sua volta ao Palácio da Cidade, encarna o personagem aparentemente mais procurado em uma eleição marcada pelo pragmatismo dos eleitores: o político tradicional e gestor experiente. Leia a matéria completa. (Caio Sartori)

 

Foto: Wilton Junior / Estadão

Wilton Junior/Estadão

'Restam poucos dias para o negacionismo e o obscurantismo', diz Covas no discurso da vitória

 

Em seu primeiro discurso após ser reeleito neste domingo, 29, o prefeito Bruno Covas (PSDB) fez críticas indiretas ao presidente Jair Bolsonaro, defendeu a democracia e criticou o ódio na política, mas evitou defender claramente a construção de uma frente ampla de centro contra o governo federal, como pregam aliados como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e a ex-prefeita Marta Suplicy

 

Veja como foi o primeiro discurso após a vitória aqui.

 

Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Barroso comemora 2º turno sem imprevistos e cita Shakespeare: 'Vai tudo bem quando acaba bem'

 

Após um primeiro turno marcado por atrasos e ataques hacker, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, celebrou neste domingo, 29, a conclusão do segundo turno de votações para eleições municipais sem grandes imprevistos. Grande parte das capitais teve a apuração concluída antes das 20h. "Temos bons resultados para celebrar", disse Barroso em entrevista na sede do tribunal. Ele citou uma passagem de Shakespeare para dizer que "vai tudo bem quando acaba bem".(Idiana Tomazelli) 

Atual vice-prefeito, Arthur Henrique é eleito em Boa Vista

 

Em Boa Vista (RR), o atual vice-prefeito, Arthur Henrique (MDB), venceu a disputa pela prefeitura com uma expressiva votação de 85,36 % dos votos válidos. O candidato adversário, Ottaci (Solidariedade), terminou apenas com 14,64%. 

 

Veja o resultado da eleição em Boa Vista aqui

Desbancando atual prefeita, Tião Bocalim é eleito em Rio Branco

Com 89,39% das urnas apuradas, Tião Bocalom (PP) está matematicamente eleito prefeito de Rio Branco, com 62,05% dos votos válidos.

 

Ele venceu a atual prefeita da capital, Socorro Neri (PSB), que obteve, até o momento, 37,95% dos votos válidos. Socorro assumiu o cargo após Marcus Alexandre (PT) renunciar ao posto para concorrer ao governo do Acre em 2018, sem sucesso.

 

Acompanhe o resultado da eleição em Rio Branco aqui

Análise: Pós-eleição terá frente ampla contra bolsonarismo na Câmara

 

Com o término das eleições municipais, os grupos políticos interessados em formar uma frente ampla para evitar a reeleição de Jair Bolsonaro vão se concentrar no seu primeiro objetivo para enfraquecer o adversário. Querem impedir a eleição para a Presidência da Câmara de qualquer candidato que tenha ligação política com Bolsonaro, como é o caso do líder do PP e expoente do Centrão, deputado Arthur Lira (AL). A votação acontecerá no início de fevereiro. Com isso, agem para não deixar que Bolsonaro tenha o poder de controlar a agenda de votações da Câmara, justamente no biênio antes da eleição presidencial.

 

Leia a análise de Marcelo de Moraes.

 

Foto: Pilar Olivares/Reuters

Foto: Pilar Olivares/Reuters
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