1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Tucano de Minas ataca PMDB e, depois, faz retratação

MARCELO PORTELA - Agência Estado

11 Março 2014 | 18h 53

Um integrante do governo mineiro, comandado pelo tucano Antonio Anastasia, teve que fazer uma espécie de retratação pública nesta terça-feira, 11, depois de usar uma rede social da internet para fazer ataques ao PMDB. O subsecretário da Juventude do Executivo estadual, Gabriel Azevedo, usou o Facebook para fazer duras críticas a peemedebistas. Isso no mesmo momento em que o presidente do PSDB mineiro, deputado federal Marcus Pestana, se reunia com integrantes do diretório mineiro do PMDB para tentar articular uma aliança com o principal parceiro do governo da presidente Dilma Rousseff.

Pestana se encontrou com a direção peemedebista para convidar o partido a apoiar o ex-ministro Pimenta da Veiga, que deve disputar o governo de Minas em outubro, e admitiu até a possibilidade de abrir espaço na chapa majoritária para o PMDB - que também é cortejado para aderir à provável candidatura presidencial do senador Aécio Neves (PSDB-MG). "O presidente do PSDB foi ao PMDB propor aliança eleitoral para 2014. Que nojo! Repetindo: que nojo!", postou Azevedo. "O partido tucano deveria pagar adicional de periculosidade e insalubridade ao Marcus Pestana. Duvido, aliás, que ele tenha feito isso de bom grado", acrescentou.

Azevedo, que esteve à frente da chamada Turma do Chapéu, que reunia jovens do PSDB para fazer campanha nas eleições de 2010, quando Anastasia derrotou Hélio Costa (PMDB), chegou a citar nominalmente o ex-ministro e o deputado federal e ex-governador Newton Cardoso para dizer que o PMDB é integrado por "outras espécies da mesma laia". E afirmou que "Ulysses Guimarães teria nojo dessa gente".

Ontem, o subsecretário, que após o pleito de 2010 teve atritos com integrantes do próprio PSDB, usou a mesma rede social para dizer que "foi duro demais". "Que mal há no gesto do PSDB-MG em conversar com o PMDB-MG e convidá-lo para uma aliança eleitoral?", indagou Azevedo, que ressaltou que Minas é a terra da "boa conversa", "da construção de pontes" e "das costuras". E defende negociações do PSDB até com partidos mais radicalmente à esquerda, como PSOL, PCO e PSTU, além do PT.

Mas, depois de desenhar um cenário com uma aliança de 32 partidos, faz a ressalva de que o texto "contém ironia" e criticou até a coligação montada por Aécio Neves e outras lideranças tucanas no Estado em torno da eleição de Anastasia, composta por 12 legendas. "Minas não precisa de uma boa aliança. Precisa de um bom governo. Esse atual não consegue ser melhor, dentre vários motivos, pelo custo que a última enorme aliança impõe", postou. O Estado tentou falar com Azevedo, mas, até o fechamento desta edição, ele não retornou.

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo