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Sorte do Nordeste depende de investimentos, diz Dilma

BEATRIZ BULLA E GABRIELA LARA - Agência Estado

14 Abril 2014 | 18h 36

A presidente Dilma Rousseff afirmou há pouco que a sorte do Nordeste não depende do clima, mas sim dos investimentos do governo na região. "A maior seca do sertanejo sempre foi a da falta de oportunidade, porque distribuíram de forma desigual as oportunidades no nosso País", disse em Serra Talhada, no interior de Pernambuco, na inauguração da primeira etapa e assinatura da ordem de serviço da segunda etapa da adutora Pajeú.

Dilma lembrou que, desde 2012, o Brasil enfrenta a uma das piores estiagens dos últimos 50 anos. Mas, segundo ela, desta vez a população do Nordeste não ficou desassistida. "Nós do governo federal fizemos parcerias com Estados e prefeituras", explicou. "Criamos a maior operação carro-pipa e, para evitar o uso que se fez no passado dos carros-pipa, colocamos o Exército controlando e administrando os carros-pipa."

Ao falar do caso específico de Pernambuco, a presidente também destacou a instalação de cisternas, implantação de poços, barragens subterrâneas e distribuição de kits de irrigação "para viabilizar a retomada da produção" e "evitar que os agricultores passassem necessidade além da conta". Mais cedo, a presidente já havia participado da cerimônia de viagem inaugural do navio petroleiro Dragão do Mar e batismo do navio Henrique Dias, no Estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca (PE).