Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Sondagem em evento do BTG mostra Alckmin favorito nas eleições

Tucano ficou em primeiro lugar quando os investidores foram perguntados sobre em quem votariam para presidente da República neste ano

Altamiro Silva Junior, O Estado de S.Paulo

15 Fevereiro 2018 | 18h08

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, é o preferido para ser o próximo presidente da República, de acordo com levantamento feita pelo BTG Pactual na conferência anual do banco, realizada na semana passada na capital paulista. O tucano ficou em primeiro lugar quando os investidores foram perguntados em quem votariam nas eleições em outubro e também liderou as respostas quando a questão foi sobre quem será o vencedor da corrida presidencial.

O evento do BTG reuniu 2,8 mil investidores e 170 empresas na semana em São Paulo. Na sondagem do banco sobre em quem os participantes votariam, após Alckmin, que recebeu 38% das respostas, o mais citado foi o fundador do Partido Novo, João Amoêdo, com 24%, seguido pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (18%), o apresentador Luciano Huck (7%) e o deputado Jair Bolsonaro (6%), que foi um dos palestrantes do evento, junto com Amoêdo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é mencionado neste caso.

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A sondagem do BTG também quis saber quem deve vencer as eleições este ano. Alckmin apareceu com 41% das respostas, seguindo pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 22%, Bolsonaro, com 21% e Huck com 6%. Meirelles aparece com 3%.

 

Os investidores e executivos de empresas presentes na conferência do BTG estão otimistas com a recuperação da economia, mas não com a reforma da Previdência: 50% esperam que o Produto Interno Bruto (PIB) vai crescer mais de 3% este ano; já 61% acham que é improvável a aprovação da reforma.

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O Ibovespa tem fôlego para subir mais e pode chegar o ano na casa dos 90 mil pontos, segundo 53% dos que responderam. Apenas 15% esperam que o principal índice da bolsa paulista encerre o ano abaixo de 80 mil pontos e 20% diz que o referencial supera os 100 mil. Ainda entre os participantes, 51% responderam que as eleições serão o principal fator a influenciar os mercados no Brasil este ano.

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