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Eleições 2014

Skaf prevê maior gasto na eleição ao governo paulista

RICARDO CHAPOLA, VALMAR HUPSEL FILHO, PEDRO VENCESLAU E JOSÉ MARIA TOMAZELA - Agência Estado

05 Julho 2014 | 08h 45

O candidato do PMDB ao governo paulista, Paulo Skaf, prevê gastar até R$ 95 milhões na campanha que começa oficialmente amanhã. Trata-se de uma quantia 53% maior do que os R$ 62 milhões, em valores corrigidos, que ele estimou desembolsar em 2010, quando disputou o Palácio dos Bandeirantes pela primeira vez. É também o maior teto de gastos entre os atuais postulantes ao governo de São Paulo. O candidato petista, Alexandre Padilha, prevê teto de R$ 92 milhões. Já o governador tucano Geraldo Alckmin apontou um limite de R$ 90 milhões.

A diferença de expectativa do peemedebista em relação aos gastos de agora e de quatro anos atrás se explica em boa parte pela perspectiva de poder. Antes, o presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) era um azarão. Integrava um partido médio, o PSB, e poucos apostavam numa eventual vitória sua contra Alckmin e o petista Aloizio Mercadante.

Agora o cenário é outro. Seu tempo de TV pulou de 1 minuto e 44 segundos em 2010 para 5 minutos e 37 segundos neste ano. É o maior tempo entre os candidatos ao Palácio dos Bandeirantes, consequência do partido ao qual o empresário está filiado e de acordos como o fechado com o PP de Paulo Maluf, partido que já estava acertado com o petista Alexandre Padilha. O peemedebista tem ainda a simpatia da presidente Dilma Rousseff, que pedirá votos para Padilha, mas não esconde que seu principal interesse é a derrota dos tucanos no Estado.

Quando disputou pelo PSB quatro anos atrás, Skaf terminou a campanha em quarto lugar, com pouco mais de 1 milhão de votos (4,56%). Neste ano, Skaf figura em segundo lugar nas pesquisas, com 21%, atrás apenas de Alckmin, que tem 44%, segundo o Datafolha. Padilha, ainda de acordo com o levantamento, tem 3%.

O teto de gastos tem de ser entregue à Justiça Eleitoral antes do início oficial da campanha. Ele pode ser alterado no decorrer da disputa e nem sempre é alcançado. Skaf, em 2010, desembolsou apenas R$ 23 milhões dos R$ 62 milhões de teto que previu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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