Situação de Quércia piora, diz Garibaldi, que passa por exames

Estado de ex-governador seria ‘crítico e preocupante’; Alckmin, Afif e Gushiken também estiveram no Sírio

Gabriel Manzano, de O Estado de S.Paulo,

23 Dezembro 2010 | 20h49

SÃO PAULO - O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) deixou na tarde desta quinta-feira, 23, o Hospital Sírio-Libanês, onde estava internado desde terça-feira por causa de dores lombares. Garibaldi disse que os resultados dos exames foram satisfatórios, mas ele deve voltar ao hospital daqui a dois meses para uma nova avaliação e análise da necessidade de uma intervenção cirúrgica na coluna.

 

Garibaldi disse ter conversado com médicos do Sírio-Libanês sobre o estado de saúde do ex-governador e ex-senador Orestes Quércia, internado para tratamento de um câncer na próstata. Segundo ele, os médicos

disseram que o estado de saúde Quércia é "crítico e preocupante". A família do ex-governador, no entanto, mantém a decisão de que o hospital não divulgue nenhum boletim médico.

 

O senador embarcaria ontem para Natal (RN), onde passa as festas de fim de ano. De acordo com boletim médico divulgado à tarde, o senador passou por exames de rotina, que tiveram resultados normais, e recebeu tratamento para "um sintoma de lombociatalgia (dor na região lombar irradiada para as pernas)".

 

Além de Garibaldi e Quércia, outros quatro políticos estiveram ontem no Sírio-Libanês - o vice-presidente José Alencar, que continua internado lá, o ex-secretário de Comunicação do governo Lula Luiz Gushiken, o vice-governador eleito, Guilherme Afif Domingos, que foi fazer um check-up, e o governador eleito Geraldo Alckmin, que passou por exames depois de problemas no aparelho digestivo.

 

Alckmin foi internado às 23h de quarta-feira no Hospital Sírio-Libanês por causa de uma crise de soluço, problema que vem se repetindo desde a campanha eleitoral.

 

Ele recebeu alta ontem, por volta das 18h30. De acordo com o médico David Uip, o governador eleito foi submetido a exames clínicos - endoscopia e colonoscopia - e o diagnóstico é de esofagite, refluxo e gastrite leve.

 

Afif foi ao hospital para um check-up de rotina e esperava conversar com o governador eleito, mas, quando chegou, Alckmin já havia recebido alta.

 

De acordo com a assessoria do hospital, também está internado no Sírio-Libanês Luiz Gushiken, um dos principais assessores de Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro mandato do presidente. O hospital não deu detalhes sobre o estado de saúde de Gushiken.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.