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Rebeldes do PMDB estão em Estados-chave para presidente

JOÃO DOMINGOS - O Estado de S.Paulo

12 Junho 2014 | 02h 06

Contrários à aliança como PT devem causar problemas para Dilma em locais onde obteve boa votação em 2010

André Dusek/Estadão - 10.06.2014
Temer com peemedebistas na convenção do partido

BRASÍLIA - Os Estados que lideraram as dissidências na convenção do PMDB que decidiu anteontem manter a aliança com o PT na sucessão presidencial garantiram mais de 10,78 milhões de votos de vantagem para a candidata Dilma Rousseff no 1º turno das eleições ao Planalto em 2010.

Em alguns deles, a votação em Dilma foi quase um massacre em cima do então adversário José Serra (PSDB), a exemplo do Maranhão, onde a petista teve 2,07 milhões de votos contra 444 mil do tucano; ou a Bahia, com 4,18 milhões a 1,4 milhões.

Os outros Estados onde o principal aliado do Planalto não deve dar suporte ao projeto reeleitoral são Pernambuco, Rio, Rio Grande do Sul, Ceará e Goiás.

Nem os rebeldes do PMDB - que obtiveram quase 41% dos votos contrários à aliança com o PT e a manutenção de Michel Temer na vaga de vice - nem os que trabalharam pela coligação acreditam que haverá uma inversão de votos para a oposição. Mas acreditam que não haverá a repetição de tamanha vantagem, pois as circunstâncias de agora são outras. "Só na Bahia, em que a presidente teve mais de 70% dos votos em 2010, Geddel Vieira Lima (ex-ministro da Integração Nacional de Lula) teve mais de 1 milhão de votos na disputa para o governo e todos eles foram para a candidata do PT.

Agora Geddel está do outro lado, apoiando o tucano Aécio Neves. E o PMDB hoje é muito mais forte", afirmou o presidente do partido na Bahia, Lúcio Vieira Lima, que é irmão de Geddel.

Na avaliação dele, não há como negar que o PT perderá votos na Bahia, em Pernambuco, Estado do pré-candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, no Maranhão, onde os petistas racharam e boa parte apoia Flávio Dino (PC do B), que trabalha pelo candidato socialista, e no Rio de Janeiro, onde o PMDB está dividido e liderou o movimento independente. A situação também é diferente no Rio Grande do Sul, em que o PMDB e o PSB de Campos formalizaram uma aliança em torno do ex-prefeito de Caxias José Ivo Sartori para enfrentar o governador Tarso Genro (PT).

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