1. Usuário
Assine o Estadão
assine
Eleições 2014

Programa é mais substancial que ministério, diz Feldman

DAIENE CARDOSO E ANA FERNANDES - Estadão Conteúdo

27 Agosto 2014 | 19h 25

O coordenador adjunto da campanha presidencial de Marina Silva (PSB), deputado Walter Feldman (PSB), disse que a relação de confiança que pode ser estabelecida entre o eleitorado e uma candidatura não se dá a partir da indicação de nomes para compor a Esplanada dos Ministérios e sim da apresentação de um programa de governo. "O programa é algo muito mais substancial que um nome", afirmou. O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, já indicou que, se eleito, alçará o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga à função de ministro da Fazenda.

O interlocutor de Marina evitou falar em nomes que poderiam integrar um futuro governo Marina Silva e disse que a visão estratégica para o País deve prevalecer sobre as indicações para cargos. "Neste momento acreditamos que o fato mais extraordinário da campanha é a apresentação do programa e não a apresentação de nomes. É ele (programa) que estabelece uma relação de confiança", acrescentou.

Ele também afastou a necessidade de divulgação de uma "carta-compromisso" para a sociedade, à exemplo da "Carta ao Povo Brasileiro" do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de 2002. Feldman voltou a dizer que o fundamental é o programa de governo, não uma carta, como sugeriu o deputado Márcio França (PSB-SP), vice na chapa do tucano Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo. "O programa (de governo do PSB) é muito sólido, mais sólido que uma carta específica", disse.

Feldman rebateu as críticas dos adversários, que insistem na falta de experiência de Marina para comandar o governo federal e falam que sua eleição representaria uma aventura. O coordenador adjunto disse que a "ética" e a trajetória política da candidata demonstram que ela não é uma aventureira política. "Marina não pressupõe nenhuma possibilidade de aventura", enfatizou.

Sobre as pesquisas indicando o crescimento da candidatura de Marina à Presidência da República, Feldman disse que os números demonstram que há confiança do eleitorado na ex-senadora e uma "aceitação progressiva" da candidata. Para ele, o surgimento de Marina no cenário pode ter causado nos adversários "se não desespero, muita preocupação".

O deputado minimizou possíveis dificuldades na relação entre o Executivo e o Parlamento com Marina no Palácio do Planalto. De acordo com ele, os parlamentares reconhecem que o sistema político está ultrapassado e esgotado. Em sua avaliação, Marina pode ser a "redenção" de um sistema democrático que se tornou desvirtuado. "Talvez seja o momento de oxigenar as relações institucionais e Marina talvez seja uma das poucas pessoas que possa garantir uma relação livre (entre os poderes)".

Eleições 2014

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo