Por mais poder, PMDB mira 2º escalão no governo Dilma

Insatisfeitos com a perda de poder que lhes foi imposta na escolha do ministério pela presidente eleita, Dilma Rousseff, dirigentes do PMDB se preparam para ir à forra na montagem do segundo escalão. O maior embate será com o PT e o PSB - para os peemedebistas os principais responsáveis por lhes tirarem as melhores vagas da Esplanada dos Ministérios.

AE, Agência Estado

10 Dezembro 2010 | 10h34

O PMDB quer esticar a escolha do segundo escalão para janeiro, podendo, assim, atrelar as negociações dos cargos com a definição das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado. Os alvos dos peemedebistas são as diretorias do Banco do Brasil (BB), da Caixa Econômica Federal (CEF), da Petrobras, da BR Distribuidora e do Departamento de Obras Contra as Secas (Dnocs), e as presidências do Banco do Nordeste (BNB) e do Banco da Amazônia (Basa).

O maior sonho do PMDB é conquistar a presidência da Petrobras, que, avaliam os partidários, deverá ficar vaga em um ano ou dois com a saída de Sérgio Gabrielli, do PT baiano, que poderá disputar um cargo eletivo em 2012. O projeto de curto prazo é avançar sobre diretorias da estatal. Querem a de Gás, indicação de Dilma, e a de Serviços, na cota do petista José Dirceu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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