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PMDB e PSB fecham coligação no Rio Grande do Sul

O PMDB e o PSB selaram na tarde desta quinta-feira, 15, a coligação para disputar as eleições deste ano no Rio Grande do Sul. A informação foi confirmada ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, por Ibsen Pinheiro, porta-voz do PMDB. "O que estava retardando o anúncio (da aliança) era o Senado, mas hoje resolvemos isso", disse.

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GABRIELA LARA,
Agência Estado

15 Maio 2014 | 18h57

Lideranças dos dois partidos se reuniram por cerca de três horas na tarde desta quinta na capital gaúcha. Já estava definido que José Ivo Satori, ex-prefeito de Caxias do Sul, seria o pré-candidato do PMDB ao governo do Estado. Após as negociações, ficou decidido que o partido cederá a candidatura ao Senado para o deputado federal Beto Albuquerque, do PSB.

As conversas entre as duas legendas avançaram no início desta semana, depois que o ex-governador gaúcho Germano Rigotto, do PMDB, descartou a ideia de disputar uma cadeira no Senado. O atual senador Pedro Simon, o ex-prefeito José Fogaça e o próprio ex-deputado Ibsen Pinheiro também eram cotados para concorrer ao Senado pelo PMDB. "O partido abriu mão com a concordância de todos nós: Simon, Rigotto, Fogaça e Ibsen. Concordamos que era importante consolidar a coligação em torno da candidatura do Sartori para o governo do Estado contando com o PSB na chapa majoritária", explicou Ibsen.

Com o acordo, o PMDB dará palanque ao socialista Eduardo Campos no Rio Grande do Sul. No plano nacional, os peemedebistas confirmaram a reedição da aliança com o PT para reeleger Dilma Rousseff, possivelmente com Michel Temer novamente como candidato a vice-presidente. Ibsen acrescentou que o vice-governador da chapa encabeçada por Ivo Sartori deverá ser José Paulo Dornelles Cairoli, do PSD. Além disso, o PPS também integra a coligação, que ainda deverá ter outras "legendas menores", segundo Ibsen.

"Hoje foi batido o martelo e agora tudo fica mais fácil", afirmou o porta-voz. "Discurso, programação de TV, tudo isso estava represado por causa dessa indefinição (da aliança). Agora podemos partir para o que falta para ganharmos (a eleição), que é visibilidade."

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