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Pimentel diz que fica na relatoria da CPI da Petrobras

RICARDO BRITO - Estadão Conteúdo

04 Agosto 2014 | 18h 37

Na tarde de hoje, a pressão pela saída aumentou após pedidos de representantes da oposição

O relator da CPI da Petrobras do Senado, José Pimentel (PT-CE), divulgou nesta segunda-feira nota em que decide não se afastar da condução dos trabalhos da comissão parlamentar e toma uma série de providências para apurar a suspeita de fraude nos trabalhos. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo de hoje revelou que havia uma pressão de integrantes do governo e da campanha da presidente Dilma Rousseff para que ele se afastasse da CPI após a reportagem, publicada neste final de semana pela revista Veja, na qual é relatado que perguntas e respostas de depoentes da CPI da Petrobras da Casa teriam sido combinadas entre integrantes da comissão e da cúpula da estatal. A suspeita se baseou em um vídeo gravado.

Na tarde de hoje, a pressão pela saída aumentou após pedidos de representantes da oposição. Eles querem investigar Pimentel por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado. Em nota, Pimentel disse não ter se reunido com pessoas sob apuração nem orientou o depoimento dos investigados. No texto, ele destacou que o plano de trabalho da comissão aprovado no dia 14 de maio por unanimidade continha uma relação de perguntas a serem respondidas pelos depoentes em seus depoimentos.

Segundo o relator, as perguntas a cada depoente foram formuladas com base em quatro critérios: a) no plano de trabalho aprovado; b) no "denso material" resultante da participação dos executivos da Petrobras em recentes audiências públicas, realizadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, dando prioridade a perguntas formuladas pela oposição nessas audiências; c) na Tomada de Contas Especial do TCU (inclusive Acórdãos) e em documentos da CGU; e d) nas denúncias publicadas pelos diversos veículos de imprensa e internet.

Mesmo assim, Pimentel decidiu protocolar na tarde desta segunda-feira dois requerimentos na CPI da Petrobras do Senado. O primeiro pede a abertura de uma apuração para esclarecer os fatos e, se for o caso, atribuir responsabilidades. O segundo quer que o presidente da CPI, Vital do Rêgo (PMDB-PB), requeira à revista Veja a íntegra do vídeo que deu origem à matéria, sob o compromisso de preservação do sigilo. "O objetivo é contribuir com o trabalho da comissão de apuração", afirma o relator, na nota. "A instalação dos procedimentos acima é fundamental para o desenvolvimento da CPI, que tem um trabalho técnico e relevante a apresentar à nação", conclui o texto.

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