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PF nega apurar caixa 2 na compra de jatinho de Campos

A nota foi divulgada após Beto Albuquerque, candidato a vice na chapa de Marina, criticar a instituição pela suposta investigação

PF afirmou que apura as causas do acidente da aeronave que matou Eduardo Campos
PF afirmou que apura as causas do acidente da aeronave que matou Eduardo Campos

A Polícia Federal nega que esteja investigando uso de caixa dois na compra de jatinho usado por Eduardo Campos, que era o candidato do PSB à Presidência da República. O jato caiu em Santos em 13 de agosto, matando o candidato e outras seis pessoas que estavam na aeronave. Marina Silva, que era a vice de Campos, assumiu o posto de candidata ao Planalto na chapa.

Recentemente foi divulgada a informação de que a PF estaria investigando o uso de caixa dois na compra da aeronave. Em nota divulgada nesta terça-feira, 26, a PF informa que "o inquérito instaurado no dia 13/8 tem como objetivo apurar as causas do acidente da aeronave de prefixo PR-AFA." E esclarece que as "investigações sobre crimes eleitorais só podem ser iniciadas após requisição ou autorização da Justiça Eleitoral."

A nota da PF foi divulgada após Beto Albuquerque, candidato a vice na chapa de Marina, criticar a instituição pela suposta investigação de caixa dois. O PSB, contudo, ainda não esclareceu por qual razão não declarou até o momento à Justiça Eleitoral o uso do jato.

O jato pertence oficialmente à AFAndrade, mas a empresa informou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que vendeu a aeronave para dois empresários de Pernambuco. A venda, contudo, só foi informada ao órgão de controle após o acidente.