1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Pezão e Paes reafirmam apoio a Dilma no Rio

Luciana Nunes Leal - O Estado de S. Paulo

26 Junho 2014 | 12h 38

A despeito da aliança com DEM, aliado de Aécio, líderes do PMDB dizem que não vão 'cuspir no prato'

RIO - Três dias após afirmar que seu palanque será aberto a três candidatos à presidência da República, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), reiterou nesta quinta-feira seu apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). "Sou Dilma. Não vou cuspir no prato que comi nos últimos sete anos e meio. Fizemos parcerias importantíssimas para o Rio. Vou trabalhar pela presidente Dilma", afirmou Pezão, ao lado do prefeito Eduardo Paes (PMDB), durante visita ao complexo da Maré, na zona norte.

Paes, que no último domingo se rebelou contra a entrada do DEM na coligação do PMDB, procurou mostrar total sintonia com o governador e disse que vai se empenhar pela reeleição de Dilma. Logo no início de seu discurso, ele fez uma brincadeira, unido Dilma e Pezão como se fosse um ato falho: "Quero cumprimentar o governador Dilmão, quero dizer, Pezão. Mas eu não resisto", afirmou.

A aliança entre DEM e PMDB fortaleceu o movimento "Aezão", que prega o voto conjunto no governador Pezão e no candidato tucano à Presidência, senador Aécio Neves.

Paes afirmou que não vai fazer campanha para o candidato da coligação de Pezão ao Senado, o ex-prefeito e atual vereador Cesar Maia (DEM). "Não gosto do Aezão. Eu sempre disse que meus candidatos são Pezão e Dilma. O que fiz nos últimos dias foi vocalizar mais essa posição", afirmou o prefeito.

Pezão, por sua vez, disse que fará campanha por Maia, aliado de Aécio, e que não há constrangimento em fazer aliança com partidos que apoiam Dilma ou Aécio, além do PSC do presidenciável Pastor Everaldo. "O candidato do PT (o senador Lindbergh Farias) tem três candidatos à presidência no palanque: a Dilma, o Eduardo Campos (candidato do PSB) e o Eduardo Jorge (presidenciável do PV)", comparou Pezão.

Tanto Paes como Pezão culparam o PT-RJ pela dissidência do PMDB, liderada pelo presidente regional Jorge Picciani, que lançou o movimento Aezão. "Foi o PT que decidiu romper a aliança e criou essa situação", afirmou Paes.

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo