DIDA SAMPAIO/ESTADÃO
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Para ministro, reforma dá 'estabilidade política para retomar crescimento econômico'

Edinho Silva (Comunicação Social) diz que 'interesses partidários ficaram em segundo plano': 'Prevaleceram os interesses do povo brasileiro'

Victor Martins, Rachel Gamarski e Bernardo Caram, O Estado de S. Paulo

02 Outubro 2015 | 12h21

Brasília - O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, avaliou como positiva a nova composição da Esplanada dos Ministérios. Após o anúncio da nova equipe, feito nesta sexta-feira, 2, pela presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, ele disse que se construiu a estabilidade política necessária para o País

"Com a reforma, teremos a estabilidade política necessária para retomada do crescimento", afirmou. "O que nós vimos hoje foi grande demonstração de que os interesses partidários ficaram em segundo plano. Aqui prevaleceram os interesses do povo brasileiro."

Dilma anunciou que o novo ministro da Saúde será Marcelo de Castro (PMDB-PI), a Casa Civil passará a ser comandada por Jaques Wagner (PT-BA) e a Educação, por Aloizio Mercadante (PT). O Ministério do Trabalho e Previdência será dirigido por Miguel Rossetto (PT-RS) e, dentro da pasta, a Secretaria da Previdência continuará com Carlos Gabas. O Ministério da Defesa passará para Aldo Rebelo (PC do B). A Secretaria de Governo, que acaba de ser criada pela presidente, será dirigida por Ricardo Berzoini (PT), que até então comandava o Ministério das Comunicações. Essa pasta será comandada por André Figueiredo (PDT). 

O Ministério de Ciência e Tecnologia passará para Celso Pansera (PMDB-RJ) e o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos será de Nilma Lima (PT-BA). Sob essa pasta, ficarão as Secretarias Nacionais de Política para as Mulheres, cargo que será ocupado pela ex-ministra Eleonora Menicucci; de Igualdade Racial, com Ronaldo Barros; e de Direitos Humanos, com Rogério Sottilli, ex-secretário de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo. O Ministério dos Portos será de Hélder Barbalho (PMDB-PA). 

A presidente anunciou ainda que haverá redução de 10% na remuneração dos ministros e que vai reduzir 3 mil cargos comissionados. "Vamos dar hoje um primeiro e grande passo e estamos reduzindo 8 ministério", afirmou a presidente, que disse estar criando uma comissão permanente de reforma do Estado

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