1. Usuário
Assine o Estadão
assine
  • Comentar
  • A+ A-
  • Imprimir
  • E-mail

Para Dilma, oposição tem que ter 'o mínimo de compromisso com o País'

- Atualizado: 07 Janeiro 2016 | 13h 32

Para a presidente, a crise política é fruto da postura de alguns políticos que colocam interesses menores à frente dos interesses do País e, no ano passado, ela afetou diretamente a situação econômica

A presidente Dilma Rousseff
A presidente Dilma Rousseff

Brasília - Questionada se acha que terá êxito na relação com o Congresso em 2016 para garantir as reformas que o governo quer fazer, como a da Previdência, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a oposição tem que ter "pelo menos o mínimo de compromisso com o País".  

Para a presidente, a crise política é fruto da postura de alguns políticos que colocam interesses menores à frente dos interesses do País e, no ano passado, ela afetou diretamente a situação econômica do Brasil. "Isso se expressou nas pautas-bombas", afirmou. "O governo ficou durante um tempo para manter o veto a chamadas pautas-bombas", disse. 

Dilma disse ainda que neste momento vai ficar claro quem é a favor ou contra o Brasil. "E não precisa apoiar o governo", afirmou. Para a presidente o ano de 2016 deve ser melhor do que o passado e as disputas políticas não podem mais paralisar o País. "Não é possível achar que repetiremos 2015. Acho que esgotou o modelo do quanto pior, melhor", disse. 

A presidente afirmou que nunca se recusou a dialogar com a oposição. "Nunca me recusei a fazê-lo e fiz, muitas vezes de forma discreta".

Impeachment. A presidente evitou a falar sobre o pedido de impeachment que está em curso no Congresso Nacional, mas disse que "as características principais da situação que atravessamos" estão sendo desmontadas. "Qual é alegação existente para construção de uma crise política? Alegação do julgamento do TCU? Não é bem isso? É o que?", questionou. "

Para Dilma, o quadro em torno do seu pedido de afastamento vai ficar cada vez mais claro. "Tudo vai ser julgado, analisado", disse. 

Dilma destacou alguns programas do governo e afirmou que "não é possível continuar negando" alguns avanços. "Nós achamos que temos que reformar as políticas sociais para mantê-las, tem gente que acha que temos que acabá-las."

Comentários

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Estadão.
É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Estadão poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os criterios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Você pode digitar 600 caracteres.

Mais em PolíticaX