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Para deputado, não há mais dúvida de que Doria é o preferido de Alckmin

- Atualizado: 21 Fevereiro 2016 | 00h 24

Base de apoio do tucano esteve em evento de apoio ao pré-candidato à Prefeitura de São Paulo

João Doria, pré-candidato à Prefeitura de São Paulo

João Doria, pré-candidato à Prefeitura de São Paulo

SÃO PAULO - O desfile de tucanos próximos ao Palácio dos Bandeirantes e a presença de representantes de alta patente de legendas que compõem a base aliada do Governo de São Paulo em evento neste sábado em apoio à candidatura de João Doria Júnior à sucessão do prefeito Fernando Haddad (PT) mostra que o empresário é o preferido do governador Geraldo Alckmin.

"Quem tinha dúvida não tem mais. Não é uma sinalização, é uma evidência", disse ao Broadcast o deputado federal tucano, Sílvio Torres. Doria disputa nas prévias internas a indicação do partido do nome que disputará Prefeitura com os pré-candidatos Andrea Matarazzo e Ricardo Tripoli.

Mas o prestígio que o evento do empresário recebeu do secretariado e do vice-governador Márcio França (PSB) franqueou o apoio do Alckmin à sua candidatura. "Como militante, o governador tem o direito de fazer sua escolha", disse Torres, um tucano muito próximo a Alckmin. "Mas ele vai apoiar qualquer um dos pré-candidatos do partido que vencer as prévias", ponderou o parlamentar.

Tensão. A disputa aberta das prévias, processo pouco praticado pelo PSDB, tem trazido a público uma certa tensão, com troca de farpas entre os postulantes à Prefeitura de São Paulo, que a população não está acostumada a ver. "Prévias trazem mesmo tensão. É um mecanismo de escolha possibilita críticas", disse Torres.

De acordo com Torres, as prévias têm ainda como ponto positivo a aproximação dos políticos e dos partidos ao povo. "A política como todo está em xeque neste momento e não só os políticos, mas também os partidos, que têm de ter espírito público e a grandeza para saber o que o povo quer", disse o deputado, para quem "a solução dos problemas brasileiros pela política só vai ocorrer se os políticos entenderem o que o povo quer".

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