Papa nomeia Vilson de Oliveira novo bispo de Limeira

Oliveira era pároco da igreja de Nossa Senhora da Ajuda, em Ilha Bela

Agencia Estado

15 Junho 2007 | 02h40

O papa Bento XVI nomeou nesta quinta-feira bispo de Limeira (SP) o padre Vilson Dias de Oliveira, até agora pároco da igreja de Nossa Senhora da Ajuda, em Ilha Bela, na Diocese de Caraguatatuba, no litoral paulista. Natural de Guaíra (SP), onde nasceu em 26 de novembro de 1958, é membro da Congregação dos Padres da Doutrina Cristã, na qual proferiu os votos religiosos em 1978. Fez o curso de Filosofia no Instituto Mater Ecclesiae de Ponta Grossa (PR) e o de Teologia no Instituto Teológico São Paulo (Itesp), em São Paulo. Licenciado em Teologia Pastoral pela Pontifícia Faculdade Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo, fez curso de complementação na mesma área na Pontifícia Universidade Urbaniana de Roma. Ordenado sacerdote em abril de 1984, foi vigário e superior de sua comunidade em superior de sua comunidade em Itá (SC) e em Itanhaém (SP) coordenador das Comunidades Eclesiais de Base (Cebs) na diocese de Chapecó (SC), pároco da igreja de São Francisco de Sales em São Paulo, coordenador de catequese da Região Episcopal do Ipiranga, na Arquidiocese de São Paulo e assessor para a Dimensão Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Em 2005 e 2006, foi administrador apostólico da Diocese de Caraguatabuba. Em Limeira, monsenhor Vilson sucede a d. Augusto José Zini Filho, falecido em novembro do ano passado. Guaxupé O papa também nomeou bispo de Guaxupé (MG) d. José Lanza Neto, que até agora era bispo auxiliar de Londrina, no Paraná. Paulista de Pirangi, d. José Lanza fez o curso médio em Jaboticabal, o curso de Filosofia em São Carlos e o de Teologia no Seminário Maior de São Paulo. Nascido em 31 de dezembro de 1952, foi ordenado padre em 1980. Antes de ser nomeado bispo em 2004, exerceu seu ministério sacerdotal sucessivamente nas cidades paulistas de Monte Alto, Jaboticabal e Taquaritinga.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.