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Ministro Gilmar Mendes diz em Lisboa que saída do PMDB aprofunda crise

- Atualizado: 29 Março 2016 | 09h 20

Mendes afirmou que o Brasil será um país mais difícil de gerenciar, caso o PMDB confirme mais tarde a saída do governo.

Lisboa - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira que a crise política no Brasil se aprofundará, caso o PMDB deixe a coalizão governista, como esperado. O partido é o maior membro da base aliada da presidente Dilma Rousseff.

Mendes afirmou que o Brasil será um país mais difícil de gerenciar, caso o PMDB confirme mais tarde a saída do governo. Haverá uma reunião do diretório nacional do partido nesta terça-feira, que deve sacramentar a saída do governo.

Recentemente, o ministro do STF bloqueou a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro, devido a investigações de corrupção em andamento, decisão que ainda deve ser avaliada pelo pleno da Corte. Dilma buscava fortalecer o governo com a nomeação de Lula.

Mendes participa de uma conferência em Lisboa, que começou nesta terça-feira. Cerca de 50 pessoas, em sua maioria brasileiros, protestaram do lado de fora do evento contra as medidas em andamento para provocar o impeachment de Dilma, em meio a um grande escândalo que envolve o Partido dos Trabalhadores (PT), a sigla da presidente.

Quem são os ministros do PMDB da gestão Dilma
Andre Dusek/Estadão
Henrique Alves - Ministério do Turismo

Henrique Alves foi o primeiro peemedebista a abandonar o governo, após pedir demissão da pasta nesta segunda-feira

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