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Marta diz que Dilma "não dá conta do recado" e defende "chegada ao poder" de Temer

- Atualizado: 12 Março 2016 | 12h 21

Em duras críticas à presidente Dilma Rousseff, senadora peemedebista disse apoiar saído do governo "o quanto antes"; Os peemedebistas governistas se mantêm afastados dos microfones na convenção deste sábado e só os defensores do desembarque fazem manifestações

Brasília - A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), que deixou o PT há menos de um ano, fez críticas enfáticas à presidente Dilma Rousseff e defendeu a chegada do vice-presidente da República, Michel Temer, ao poder. Em discurso na convenção nacional do partido que marca o início do desembarque do PMDB do governo petista, Marta disse que Dilma "não dá conta do recado" e destacou que o processo de impeachment da presidente não é um golpe. "Uma presidente que não dá conta do recado, uma presidente isolada e que não consegue governar o País", criticou a ex-petista, que se filiou em setembro ao PMDB.

senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), que deixou o PT há menos de um ano, fez críticas enfáticas à presidente Dilma Rousseff
senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), que deixou o PT há menos de um ano, fez críticas enfáticas à presidente Dilma Rousseff

Com um adesivo com os dizeres "saída já", Marta disse apoiar a saída do governo "o quanto antes". O partido deve estabelecer um prazo de 30 dias para que a cúpula delibere e oficialize o afastamento da gestão petista. "Nós aqui apoiamos a saída do governo o quanto antes. Entendo muito bem a posição da Executiva, de que aqui não é deliberativo, mas daqui a 30 dias sai todo mundo desse governo e nós começamos novo momento constitucionalmente correto com a chegada ao poder do vice-presidente da República Michel Temer", defendeu a senadora paulista.

Os peemedebistas governistas se mantêm afastados dos microfones na convenção deste sábado e só os defensores do desembarque fazem manifestações. Marta disse que o PT "estagnou a economia brasileira" e hoje "não resta mais nada além de sair do governo o mais rapidamente possível". "O impeachment da presidente vem tarde. Se tivéssemos tomado essa atitude antes, o Brasil não estaria na situação que está agora", disse a senadora.

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